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Guia revisado | 2026-09-27

Como entender taxas maker e taker na Bybit sem depender de números fixos

Aprenda a identificar se cada execução na Bybit foi maker ou taker, onde confirmar a taxa aplicada e como registrar seu custo real por ordem sem depender de valores fixos que mudam com o tempo.

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Bybit | Brasil | BRL | Taxas, acesso e segurança da conta

Quem negocia na Bybit costuma olhar apenas o valor final debitado e não consegue dizer qual parte daquele custo veio da taxa maker e qual veio da taxa taker. Essa confusão atrapalha comparações: duas ordens do mesmo tamanho podem ter custos diferentes dependendo de como foram executadas. Neste guia você vai aprender a separar os dois conceitos, a localizar a informação oficial de cada execução e a montar um registro próprio de custos. O objetivo não é decorar números, porque a tabela de taxas é atualizada pela Bybit e varia conforme o produto, o nível de conta e o par negociado. O objetivo é criar um método que continue válido mesmo depois de qualquer mudança na tabela oficial. Você vai ver onde consultar a página de taxas, o que anotar em cada ordem, como interpretar o histórico de execuções e quais erros de leitura são mais comuns.

O que diferencia uma execução maker de uma execução taker

A distinção nasce de como sua ordem entra no livro de ofertas. Quando você envia uma ordem que já encontra liquidez disponível e é executada imediatamente contra uma ordem existente, ela consome liquidez do livro e é classificada como taker. Quando você deixa uma ordem limitada parada no livro e ela só é executada depois, quando outra pessoa aceita o seu preço, você adicionou liquidez e a execução é classificada como maker. É por isso que o mesmo par e o mesmo volume podem gerar custos diferentes em momentos distintos.

Na prática, o rótulo não depende da sua intenção, e sim do resultado da execução. Uma ordem limitada pode acabar sendo executada na hora, se o preço escolhido cruzar o livro; nesse caso, ela age como taker, mesmo sendo uma ordem limitada. Da mesma forma, uma ordem que fica parcialmente preenchida pode gerar execuções de tipos diferentes ao longo do tempo. O jeito confiável de saber é conferir o histórico de execuções, onde cada preenchimento aparece individualmente com sua classificação.

Vale lembrar que a Bybit trabalha com produtos diferentes, como spot, derivativos e negociação P2P, e cada um tem sua própria estrutura de custos. Antes de qualquer conclusão, confirme na página oficial de taxas qual estrutura se aplica ao produto que você está usando. Trate o rótulo maker ou taker como um dado a verificar em cada execução, nunca como uma suposição baseada no tipo de ordem que você escolheu.

Onde confirmar a taxa aplicada e o que registrar em cada ordem

A referência oficial é a página de estrutura de taxas da Bybit, que descreve como as taxas maker e taker são organizadas por produto e por nível de conta. Leia essa página diretamente, sem intermediários, e verifique se ela menciona o produto específico que você negocia. Como os valores e as condições podem ser ajustados, não confie em capturas de tela antigas nem em números que você memorizou meses atrás. Sempre volte à fonte antes de calcular qualquer custo.

Depois de executar uma ordem, abra o histórico de execuções e confira, para cada preenchimento, o par, o lado da operação, o preço, a quantidade, a classificação maker ou taker e o valor da taxa cobrada. Anote esses campos em uma planilha ou bloco de notas com a data e o horário. Registrar o valor efetivamente cobrado é mais útil do que tentar prever a taxa: o histórico mostra o que aconteceu de fato, incluindo execuções parciais que você talvez não tenha percebido.

Se o valor da taxa parecer diferente do que você esperava, não ajuste a planilha para forçar um resultado. Em vez disso, releia a página de taxas verificando se o produto, o nível de conta e o tipo de execução foram considerados corretamente. Se a dúvida persistir, consulte o centro de ajuda oficial e os canais de suporte listados ali. Guarde o identificador da ordem ou da execução para conseguir localizar o caso depois.

Como montar um registro de custo por ordem que continua útil com o tempo

Crie uma tabela simples com colunas fixas: data, produto, par, tipo de ordem enviada, classificação da execução, quantidade executada, taxa cobrada e observação. A coluna de observação serve para registrar o que você não sabia no momento, por exemplo se a ordem foi dividida em várias execuções ou se parte dela ficou pendente. Esse campo evita que você tire conclusões erradas ao revisar os dados semanas depois.

Em vez de calcular médias gerais, agrupe as ordens por produto e por situação de execução. Compare apenas execuções do mesmo produto e do mesmo tipo, porque misturar spot com derivativos ou maker com taker produz números sem significado. Se você perceber que um grupo tem custo proporcionalmente maior, investigue se aquelas ordens foram executadas como taker com mais frequência, consultando o histórico em vez de presumir.

Defina um gatilho de revisão: sempre que a página oficial de taxas for atualizada, ou sempre que você mudar de nível de conta, refaça a leitura da estrutura aplicável antes de continuar usando os registros antigos para comparar. Anote a data em que você consultou a fonte. Assim, seus registros deixam de ser uma coleção de números soltos e passam a ser um histórico com contexto, que você pode auditar a qualquer momento.

Erros comuns ao interpretar maker e taker

O erro mais frequente é acreditar que toda ordem limitada é maker. Isso só é verdade quando a ordem não cruza o livro no momento do envio. Ordens limitadas agressivas, colocadas dentro do preço de mercado, costumam ser executadas imediatamente como taker. Verifique sempre a classificação real no histórico, não o tipo de ordem que você digitou.

Outro erro é olhar apenas o saldo final após a operação e tentar deduzir a taxa por subtração. Esse método falha quando há execuções parciais, quando o preço médio de entrada difere do preço que você viu na tela ou quando existem outros lançamentos no período. Use o valor de taxa registrado em cada execução, não uma estimativa reconstruída.

Também é comum comparar custos entre produtos diferentes ou entre momentos em que o nível de conta era outro, sem perceber a mudança de contexto. Antes de concluir que uma ordem foi mais cara, confirme que produto, nível de conta e tipo de execução são comparáveis. Se algum desses fatores mudou, o registro precisa ser refeito com a estrutura vigente na página oficial de taxas.

Por fim, evite tratar qualquer explicação de terceiros como definitiva. Vídeos, posts e conversas em grupos podem estar desatualizados ou se referir a outro produto. A verificação final deve sempre vir da documentação oficial da Bybit e do seu próprio histórico de execuções.

Limite de risco: Bybit Brazil Guide

Ativos digitais são voláteis e derivativos podem ampliar perdas. Este site não possui login, carteira, depósito ou chat de suporte. Um link de indicação registra apenas atribuição; não garante acesso, preço, recompensa, aprovação ou resultado de investimento. A disponibilidade pode variar por residência, entidade e produto; idioma ou marca não comprovam acesso regional.

Ponto de controle

  • Abra a página oficial de estrutura de taxas e confirme qual seção corresponde ao produto que você negocia
  • Antes de calcular qualquer custo, verifique seu nível de conta atual nas configurações da conta
  • Após cada execução, registre data, par, classificação maker ou taker, quantidade e valor da taxa cobrada
  • Anote a data em que consultou a fonte oficial, para saber se o registro ainda reflete a estrutura vigente
  • Revise seus registros sempre que a página de taxas for atualizada ou quando seu nível de conta mudar
  • Em caso de divergência, use o identificador da ordem e consulte o centro de ajuda antes de concluir que houve erro
Limite de risco

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